Domingo, 04 de Outubro de 2026
19°C 31°C
Alagoinhas, BA
Publicidade

Estudo destaca formas de prevenir candidíase e reduzir recorrências

A candidíase é uma infecção comum e está associada com alterações no ambiente vaginal, como pH e microbiota, e estima-se que 9% das mulheres sofrem...

Por: Redação Fonte: Agência Dino
08/01/2025 às 18h31
Estudo destaca formas de prevenir candidíase e reduzir recorrências
Canva

A candidíase vaginal é uma infecção fúngica comum causada principalmente pela proliferação excessiva do fungo Candida albicans. Embora esse fungo seja parte da microbiota normal da região íntima, o desequilíbrio entre os micro-organismos locais pode levar ao seu crescimento descontrolado, resultando em sintomas incômodos. Estima-se que 75% das mulheres experimentarão pelo menos um episódio de candidíase durante a vida, cerca de 50% terão dois ou mais episódios e 9% apresentarão mais de três episódios ao ano, caracterizando a candidíase recorrente.  

As causas da candidíase estão frequentemente associadas a fatores que alteram o ambiente vaginal, como o pH e microbiota. Entre os principais estão o uso de antibióticos, que podem eliminar bactérias benéficas como os lactobacilos, e o aumento da umidade na região íntima, favorecendo o crescimento fúngico. Outros fatores incluem alterações hormonais, como as que ocorrem na gravidez ou no uso de anticoncepcionais hormonais, uso de roupas apertadas ou sintéticas, sistema imunológico enfraquecido e fatores emocionais. 

Os sintomas mais comuns incluem coceira intensa, ardência, vermelhidão, inchaço e um corrimento branco espesso, frequentemente descrito como semelhante a “grumos”. Embora não seja considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), a candidíase pode ser desencadeada por relações sexuais em algumas circunstâncias, especialmente quando há um desequilíbrio na microbiota vaginal.

A recorrência da candidíase, definida como superior a três episódios em um ano, é um problema que afeta cerca de 8% das mulheres. As causas podem incluir resistência do fungo aos tratamentos tradicionais, fatores genéticos, uso contínuo de antibióticos ou anticoncepcionais, e condições subjacentes como diabetes ou doenças autoimunes. É fundamental investigar esses fatores para evitar tratamentos ineficazes e complicações. 

O manejo da candidíase requer tanto o alívio dos sintomas quanto a identificação e eliminação dos fatores de risco. Medicamentos antifúngicos, como miconazol ou fluconazol, são eficazes na maioria dos casos, mas a automedicação deve ser evitada. Em casos recorrentes, é recomendada uma abordagem multidisciplinar, incluindo mudanças no estilo de vida, uso de probióticos e acompanhamento médico regular.

A prevenção inclui cuidados básicos, como evitar roupas muito justas ou sintéticas, manter a região íntima seca e arejada, e adotar uma alimentação equilibrada para fortalecer o sistema imunológico. A Dita Cuja é uma marca de bem-estar íntimo e possui uma linha de produtos que auxiliam na manutenção do pH e microbiota íntima, fortalecendo a barreira de proteção e prevenindo a recorrência da candidíase.

Para saber mais, basta acessar: https://www.instagram.com/ditacuja.br/

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Alagoinhas, BA
27°
Chuvas esparsas
Mín. 19° Máx. 31°
28° Sensação
4.32 km/h Vento
63% Umidade
100% (1.83mm) Chance chuva
05h15 Nascer do sol
17h29 Pôr do sol
Segunda
32° 18°
Terça
32° 19°
Quarta
33° 19°
Quinta
33° 18°
Sexta
34° 19°
Economia
Dólar
R$ 5,22 +0,10%
Euro
R$ 5,87 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 471,828,33 +0,91%
Ibovespa
192,114,55 pts 2.63%